Olá miúdos, como têm passado?
Meus dias não vão muito bem, mas, enquanto a peteca não cai, eu vou tentando informar a vocês os melhores, ou piores, momentos de mim.
O assunto de hoje é: FIO DENTAL.

Confesso que eu nunca fui muito fã de fio dental. Eu usava apenas quando eu comia manga, laranja e carnes que insistiam em tentar residir nos meus diastemas ou demais espaços interdentários. [Lembrando que o Google sempre me auxilia nos textos deste blog, e também na vida]
Contudo, agora, o uso do fio é mais frequente pois o aparelho acumula mais sujeira – restos de comida – que curva de rio.
Logo no início, quando coloquei os braquetes, a dentista gentilmente me cedeu um tal de passa-fio – é como uma agulha de borracha. Usei só no primeiro dia, pois não é nada usual. Ouviram designers de equipamentos ortodônticos, NÃO É NADA USUAL? E, além disso, o meu caiu diretamente no ralo da pia assim que terminei de usar. “Sinistro!” – diria Inês Cadore.

Fato é que para passar o fio dental é preciso habilidade, destreza e paciência. É quase um exercício de alfaiataria. Mas não é tããão difícil como era para o Hiroshi.
Hiroshi diz: qdo eu coloquei aparelho, o dentista falou q minha mãe teria q passar
pq eu ñ conseguiria sozinho!!
huaua
imagine
e ela nunca passou
aí fiquei quase 6 meses sem usar fio dental. Então decidi tentar e consegui
depois de um tempo usava o normal
Em breve, trago mais novas do aparelho. Não esqueci das novidades da viagem a Viçosa e BH, semana passada, que estou devendo. Vocês vão conhecer o Seu Manoel, o senhor que veio do meu lado no bus para Viçosa e, até Black Gold, me contou sobre sua vida como missionário, pai de 4 filhos e nadador aos 90, com direito a campeonato sulamericano.
Boas noites!
Tags: aparelho, fio dental